Por uma nova Economia

Narrando a um amigo minha indignação pela experiência frustrante num site de freelancers, no qual se oferecia R$ 5 por um texto inédito ou R$ 6 por 4 horas de trabalho de transcrição, ele me disse: “Bem-vinda a São Paulo!” Há mais de cinco anos nesta cidade, no entanto, foi outra coisa que vivi até agora.

Tive a graça de trabalhar numa empresa não apenas humana, mas que promove negócios éticos, humanos e prósperos. Uma empresa com propósito, e grandioso: de transformação, de geração de uma nova Economia. E a remuneração? Baixa no início, não sei se por teste da verdadeira intenção ou por qual motivo. Mas não indigna. E, aos poucos, a dimensão econômica começa a acompanhar as demais, já presentes: a filosófica, a causal, a potencial. É, isso existe!

Se agora fiz outra opção, foi por resposta a um chamado e para levar além meus dons e talentos. Que nesta nova fase, continue acreditando que o lucro é o aplauso do cliente satisfeito quando damos um show por entregar-nos de corpo, mente e alma a um propósito.

São Paulo ou qualquer outra cidade podem ser diferentes se nós as fizermos diferentes a cada opção, por mais dolorosa que ela possa ser e em meio às pressões e dificuldades que o sistema econômico nos impõe. Afinal, como ensina o mestre Roberto Tranjan, não existe um mercado, mas vários.

#Eu desejo uma nova Economia!

(Escrito em 26/01/2017)

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